quarta-feira, 24 de setembro de 2008
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Já no contexto da dissertação...
O despertar da modernidade é apontado por Tocqueville[1] como a “afirmação do indivíduo enquanto princípio e ao mesmo tempo enquanto valor”, o que ele pioneiramente denominou individualismo moderno[2]. Enquanto valor, no sentido de que os homens têm valor igual. Enquanto princípio, remonta à lógica da liberdade, que define a noção de autonomia, pela qual o homem é “autor” de suas normas e leis, opondo-se ao princípio de heteronomia em que a regulamentação dos atos do indivíduo vem da exterioridade.
[1] Tocqueville, A., A Democracia na América. Os Pensadores. 1a Edição, Abril Cultural, São Paulo, 1973.
[2] Renaut, Alain. O individuo: Reflexão acerca da filosofia do sujeito, tradução Elena Gaidano – Rio de Janeiro. Editora Difel, 1998. p. 25. – (Coleção Enfoques. Filosofia).
[1] Tocqueville, A., A Democracia na América. Os Pensadores. 1a Edição, Abril Cultural, São Paulo, 1973.
[2] Renaut, Alain. O individuo: Reflexão acerca da filosofia do sujeito, tradução Elena Gaidano – Rio de Janeiro. Editora Difel, 1998. p. 25. – (Coleção Enfoques. Filosofia).
terça-feira, 16 de setembro de 2008
O que se diz do que se vê na saúde
“... o indivíduo que visa a autonomia (que visa a instaurar-se como sujeito) transcende, nessa intenção mesma, sua singularidade ao pensar-se como membro de um mundo comum a todos os seres que possuem tanto quanto ele, a estrutura da subjetividade; longe de expressar o fantasma de um sujeito absoluto, a intenção de autonomia pressupõe a abertura ao próximo e, assim, a comunicação”.
Alain Renaut
Alain Renaut
terça-feira, 9 de setembro de 2008
terça-feira, 2 de setembro de 2008
"Um tipo diferente de mudança estrutural está transformando as sociedades modernas no final do século XX. Isso está fragmentando as paisagens culturais de classe, gênero, sexualidade, etnia, raça e nacionalidade que no passado nos tinham fornecido sólidas localizações como indivíduos sociais. Estas transformações estão também mudando nossas identidades pessoais, abalando a idéia que temos de nós próprios como sujeitos integrados. Esta perda de um "sentido de si" estável é chamada, algumas, vezes de deslocamento ou descentração do sujeito. Esse deslocamento – descentração dos indivíduos tanto do seu lugar no mundo social e cultural quanto de si mesmos – constitui uma "crise de identidade" para o indivíduo.Hall, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade.
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